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Literatura LGBT+

TEMPO-ABSTRATO, AMANDA PICKLER

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Para quem gosta de romance sáfico, jornalismo e viagem no tempo. Victória em meio às insanidades da vida de repórter é atingida pelo ocaso da vida.

 

A garota dorme e acorda uma década depois. Repentinamente, ela se encontra em uma jornada de resgate do trabalho e do próprio casamento com uma desconhecida. Mesmo ambientada no mundo dos romances, a obra não deixa de lado a polarização política e a onda conservadora crescente no Brasil nos últimos anos.

A PALAVRA QUE RESTA, STÊNIO ABNER

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A palavra que resta é amor e resistência. Na narrativa nordestina, Raimundo, um senhor de 71 anos, está aprendendo a ler na tentativa de conseguir desvendar uma carta de um amor interrompido na sua juventude. Na alternância entre passado e presente, o livro se aprofunda na exclusão social dos analfabetos e no sentimento de amar.

VIAGEM SOLITÁRIA,

JOÃO NERES

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Publicado em 1999, o livro do primeiro homem reconhecido como transgênero no Brasil relata a infância, crescimento e os obstáculos enfrentados por João Nery no processo de transição de gênero. Acima de tudo, a autobiografia de Nery é um símbolo emblemático de ativismo e registro importante para a geração presente e futura.

Por Erika Mendes

CONHEÇA HILDA HILST POR MEIO DA OBRA CONTOS D'ESCARNIO

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Rainha das Amapoas! Ao falar de literatura lgbt, não se pode faltar a escritora Hilda Hilst. Ao revolucionar a literatura dos anos 80, Hilda brinca com o erotismo, o fluxo de consciência e a liberdade sexual. Na aventura dos contos de Textos Grotescos, a personagem Clódia explora a bissexualidade com intensidade e se envolve no mundo da arte nudista feminina. Na obra, assim como na vida da escritora, é abordada a hipocrisia da sociedade brasileira perante a liberdade de uma mulher.

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ARLINDO, ILUSTRALU

Baila o ragatanga...

Ambientada no nordeste dos anos 2000, a webcomic que recentemente ganhou uma versão impressa apresenta a vida de Arlindo, um garoto vivenciando novas experiências, dançando muito forró e lidando com as complicações da pior fase da vida, principalmente de uma pessoa lgbt: A adolescência.

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CONHEÇA LAERTE, UMA DAS MAIS FAMOSAS QUADRINISTAS LGBTS DO BRASIL

Eu entendi, Laerte! À frente do gênero literário mais livre e lúdico, uma das quadrinistas mais importantes do país é uma mulher trans. Em suas charges, Laerte não se dissocia de sua identidade, ironizando com humor e acidez a sociedade tradicional brasileira. Na obra Coisas Que Não Esqueci, a cartunista explora o imaginário das pessoas e conta detalhe por detalhe da sua trajetória no mundo da televisão e dos quadrinhos.É claro que uma musa como Laerte é fã de Hilda Hilst.

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O AMOR NÃO É ÓBVIO, ELAYNE BAETA

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For you! Na difusão da literatura LGBTQIA+, as bookredes se apresentam como meio principal de se atingir o público mais jovem. O romance lésbico que se iniciou apenas nas plataformas digitais esteve na lista Veja de livros mais vendidos no Brasil. A autora Elayne Baeta, mulher lésbica e cronicamente online, cria um romance entre duas garotas no auge da adolescência buscando sensibilizar o leitor da turbulência e paixão no processo da descoberta de quem é.

HEARTSTOPPER,

ALICE OSEMAN

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Com início no site Webtoon, Heartstopper já possui série na Netflix. Por meio da linguagem visual dos quadrinhos, Alice Oseman constrói as narrativas de Nick e Charlie, dois jovens no ensino médio. Enquanto Charlie já se descobriu e enfrenta questões de autoestima e sexualidade, Nick passa por um processo de si mesmo. Segue abaixo o trailer da primeira temporada da adaptação de Heartstopper.

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